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Olhar de Nise é a nova produção cinematográfica do jornalista e cineasta Jorge Oliveira
Water Conde / Redação VitóriaNews

O jornalista e cineasta Jorge Oliveira lança dia 26, em sessão única no Cine Odeon, na Cinelândia, Rio de Janeiro, Olhar de Nise, sua nova produção cinematográfica.

O filme é um documentário com 90 minutos de exibição e conta a história de Nise da Silveira, uma pequena e valente alagoana que revolucionou a psiquiatria no Brasil utilizando a arte terapia para o tratamento das doenças mentais em lugar do choque elétrico, lobotomia e outros métodos agressivos.

 A renda da bilheteria será revertida, integralmente, para a Casa das Palmeiras, clínica aberta e criada por Nise da Silveira.

Na década de 1940, durante o Governo de Getúlio Vargas ela agitou os meios culturais e artísticos no Brasil com a criação dos ateliês de pintura e modelagem no Hospital Psiquiátrico no Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro. Em 1952, Nise criou o Museu de Imagens do Inconsciente, que atualmente conta com mais de 350 mil obras.

Olhar de Nise traz ao público a última entrevista da psiquiatra, dois anos antes de morrer, e é quando ela faz um contraponto com o artista plástico Almir Mavignier, que mora há 66 na Alemanha. Os dois revelam como foram descobertos no hospital artistas como Fernando Diniz, Adelina Gomes, Emygdio e Raphael, comparados a grandes nomes da pintura universal.

Jorge Oliveira é um cineasta premiado além de escritor com cinco livros publicados. Ele fez seu primeiro documentário em 1992 com o título de O Mestre Graça e a obra mostrava a vida de Graciliano Ramos.

Jorge Oliveira é um alagoano que se apaixonou pelos personagens de terra natal e seguiu a carreira de documentarista sempre contando histórias de seus conterrâneos. Entre seus filmes está o longa-metragem Perdão Mister Fiel sobre o operário Manoel Fiel Filho, torturado até a morte nos porões do DOI CODI. O diretor já recebeu 14 prêmios.

O seu filme mais recente teve a produção de Rita Andrade e o roteiro de Jorge Oliveira, com a fotografia de André Lavenere. A montagem foi de Ana Maria Rocha e Tuca Oliveira e o som ficou sob os cuidados de Marcos Manna. A direção de arte foi de Andrey Hermuche, com figurino de Elisa Faulhaber. A trilha sonora e música original foi de Cláudio Vinicius Fialho, com finalização de Dirceu Lustosa e a produtora responsável é a JCV - Jornalismo, Cinema e Vídeo.

 

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