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Presidente da Turquia promete perseguir empresas ligadas ao clérigo Gulen
Conteúdo editorial fornecido por Estadão


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, prometeu nesta quinta-feira ir atrás das empresas que estão ligadas com o clérigo muçulmano Fethullah Gulen, que se autoexilou nos EUA, e que Erdogan acusa estar por trás da tentativa de golpe no dia 15 de julho.

O governo turco caracterizou o movimento de Fethullah Gulen, um antigo aliado de Erdogan, como um terrorista. O movimento de Gulen é executado em escolas, instituições de caridade e empresas internacionais. Gulen negou qualquer responsabilidade ou conhecimento prévio do
Golpe.

"Sem dúvida, esta organização tem uma extensão no mundo dos negócios. Talvez seja onde eles são mais poderosos", disse Erdogan durante um discurso para os chefes das câmaras de comércio em Ancara. "Estamos determinados a cortar totalmente todos os laços comerciais desta organização, que tem sangue em suas mãos", acrescentou.

O presidente disse que cada centavo que vai para o movimento de Gulen "é uma bala colocada em um barril para ser disparada contra esta nação. Do mesmo jeito que não perdoaremos aqueles que dispararem as balas, não vamos perdoar aqueles que financiam a bala".

Desde a tentativa de golpe, o governo turco lançou uma repressão abrangente sobre o movimento de Gulen, que se caracteriza como uma organização terrorista e que administra escolas, instituições de caridade e empresas internacionalmente. Na Turquia, cerca de 70 mil pessoas foram suspensas de seus empregos sob suspeita de estarem envolvidas no movimento.

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