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Geral
General dos EUA diz que teste de míssil hipersônico da China está perto de 'momento Sputnik'
Reportagem produzida por Estadão Conteúdo

O presidente da Junta de Chefes de Estado-Maior dos EUA, o General Mark Milley, disse hoje que não sabe se o teste de míssil hipersônico da China foi exatamente um "momento Sputnik", mas que acredita estar bem próximo disso. "O que vimos foi um evento muito significativo de um teste de um sistema de arma hipersônico, o que é muito preocupante", afirmou à Bloomberg TV. O "momento Sputnik" se refere ao lançamento, em 1957, do primeiro satélite artificial pela União Soviética, denominado Sputnik, que abalou a visão dos EUA sobre sua própria superioridade tecnológica e segurança nacional.

Milley não forneceu novos detalhes do teste de agosto, no qual um míssil hipersônico chinês orbitou o globo antes de se dirigir ao seu alvo. Mas seus comentários foram um raro caso em que um oficial sênior dos EUA discutiu o teste oficialmente.

No mês passado, o secretário da Força Aérea dos Estados Unidos, Frank Kendall, pareceu fazer alusão ao caso, dizendo em um discurso que a China estava desenvolvendo a capacidade de lançar "ataques globais do espaço". "Há um potencial para armas serem lançadas no espaço, então passe por esse velho conceito da Guerra Fria, chamado Sistema de Bombardeio Orbital Fracionário ... que é um sistema que basicamente entra em órbita e depois sai da órbita para um alvo", disse Kendall.

Oficiais dos EUA e especialistas em armas que não integram o governo especulam que o programa de mísseis foi criado pelos chineses para contornar as defesas americanas contra projéteis, com um sistema de armas nucleares. Embora as defesas antimísseis dos EUA não sejam atualmente capazes de impedir um ataque nuclear substancial pela China, Pequim pode estar preocupada que as capacidades antimísseis americanas possam ser expandidas, disseram as autoridades e especialistas.

Alguns oficiais americanos consideram, no entanto, que o novo míssil pode ter como objetivo lançar ataques não nucleares a portos ou instalações dos EUA no Pacífico. Fonte: Dow Jones Newswires.
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